Correção do 1º Teste de Avaliação
Grupo I
Texto A
1. Na Opinião de Ricardo Araújo Pereira, a resposta à questão é Tony Carreira.
2. Em seu entender “a Academia não percebe nada do assunto, porque não presta atenção ao que pensam “inúmeros portugueses” que não têm dúvidas quanto à questão formulada.
3.1. Perante estas frases, o leitor fica à espera que seja dito algo sério acerca da poesia Tony Carreira, uma vez que o autor se refere a um estudo que terá feito e cujo resultado vai apresentar.
3.2. O exemplo de Eugénio de Andrade é invocado por oposição: enquanto Tony Carreira usa um vocabulário limitado porque “conhece poucas palavras”, o poeta Eugénio de Andrade estabeleceu “um conjunto de vocábulos essenciais e, a partir desse núcleo, [procurou] obter uma expressividade reforçada pelos contextos inesperados em que eles surgem”.
3.3. As duas grandes preocupações de Tony Carreira são: encontrar palavras para rimas terminadas em “-ar”, o que o obriga a fazer sucessivas anástrofes e salientar as peculiaridades do amor.
4.1. Dois momentos evidentes de ironia: Enquanto poeta, Tony Carreira está preocupado com dois problemas principais: a quantidade de frases que, não terminando em “ar”, não podem rimar com outras frases terminadas em “ar”. E o último parágrafo do texto.
4.2. A intenção do cronista ao destacar o recurso continuo à expressão “muito linda” na sua “poesia”, é colocar em evidência a falta e criatividade e de qualidade das letras das canções.
Texto B
1.1. O contrato é um acordo entre duas partes, que se comprometem a respeitar direitos e deveres recíprocos.
1.2. a) Estabelecer um contrato;
b) respeitar os termos/cláusulas do contrato;
c) cessação contratual comunicada com pré-aviso para que não haja lugar à renovação do
contrato;
d) cessação contratual comunicada por um dos contraentes com base em justa causa;
e) não cumprir o determinado contrato.
Grupo II
b) Sujeito simples: Carreira; Predicado: definiu um vocabulário restrito/ conhece poucas palavras.
c) Complemento directo: um vocabulário restrito/ poucas palavras.
2. Muitos portugueses sabem de cor os seus versos – e, porem/contudo, a universidade rejeita-o, a critica desconsidera-o, os manuais/antologias impedem-lhe a entrada. Valha-nos o povo, particularmente, aquela parte do povo que é constituída por senhoras maiores de 50 anos, que adora/idolatra. O mais célebre/conhecido poeta português dos nossos dias é, indubitavelmente/incontestavelmente, Tony Carreira.
3.1. Alínea b)
3.2. Rejeita-se a opção a), porque não respeita a máxima conversacional da quantidade e da relevância.
4. a)5; f)1;
b)9; g)4;
c)3; h)8;
d)10; i)2;
e)6; j)7.
4.1. Não te importas de apagar a luz da sala? – Apaga a luz da sala!
Vê lá se não deixas tudo para a última hora. – Não deixes tudo para a última hora!
Pode pesar-me a fruta, por favor? – Pesa-me (essa) fruta, por favor.
Não achas que devias ter posto a mesa? – Põe a mesa
Grupo III
Introdução:
A poesia de Tony: - Conhecido cantor popular português
- Cantar em todo o mundo
- as composições são muito simples
A poesia da aula de Português:
- Escrita por grandes nomes da literatura nacional
- As composições são mais complexas
Desenvolvimento:
De facto duas semelhanças: Rima e TemasDuas diferenças:
- Na poesia do Tony as vocábulas são mais denotativas que na poesia da aula de português.
- Rima mais complexa
Conclusão:
- Diferentes públicos das duas poesia
Tony Carreira é um cantor português popular muito conhecido; Já cantou em várias partes do mundo. As suas composições são simples e acabam quase todas em ar. Enquanto que a poesia que estudamos na aula de Português é escrita por grandes nomes da literatura nacional e mais complexa.
De facto existem duas semelhanças que são a rima e os temas, como também existem diferenças, na poesia do Tony as vocábulas são mais denotativas que a poesia da aula de português, sendo esta uma rima mais completa.
Em suma, existem diferentes públicos das duas poesias.
Correção do 2º Teste de Avaliação
Parte I
Texto A
2. Um dos estudos foi realizado por Marcel Adam Just e seus colaboradores; o segundo estudo teve como autores Frank Drews e a sua equipa.
3. O primeiro estudo referido no texto sobre o uso do telemóvel durante a condução mostrou que conversar enquanto se conduz diminui a capacidade de processamento do espaço em 37%.
4.1. No segundo estudo, os autores compararam as reacções nos condutores em duas situações diferentes: uma em que conversavam com um passageiro e outra em que conversavam ao telemóvel em sistema “mãos livres”.
4.2. Os autores chegaram à conclusão de que as probabilidades de realizar manobras de risco durante a condução são maiores quando se conversa ao telemóvel, ainda que em sistema “mãos livres”
4.3. De acordo com os cientistas, um passageiro, mesmo conversando com o condutor, ajuda-o, sempre que necessário, enquanto o interlocutor numa conversa ao telemóvel, não estando presente, não o pode ajudar.
4.4. A relação existente entre conversar ao telemóvel durante a condição e conduzir ligeiramente embriagado é de equivalência, ou seja, os dois são comportamentos perigosos.
5. Associando o resultado dos estudos com os perigos da condução, nomeadamente com a condução sob efeito do álcool, referindo a aproximação (intertextualidade) entre o título e a penúltima frase do texto, que recupera um conhecido slogan de uma campanha publicitária nacional, que pretendia alertar para a prevenção de acidentes de viação resultantes do consumo de álcool, para reduzir o número de mortes na estrada.
Texto B
1.1. Regulamenta os procedimentos relativos à eleição da Administração de condóminos.
1.2. A expressão “em sistema rotativo” significa que os condóminos são todos elegíveis, todos terão de cumprir mandato na Administração.
2. A Administração pode ser exonerada pela Assembleia de condóminos; qualquer condómino pode solicitar ao Tribunal exoneração da Administração quando se verifique que houve irregularidades ou comportamentos negligentes no exercício das funções inerentes ao conjunto dos administradores ou apenas um.
Parte II
b) “…que o diálogo pode diminuir a atividade de processamento espacial.”
c)”…que a conversação por telemóvel reduz significativamente a capacidade de reação dos condutores”
1.2. Pertencem à classe das conjunções.
2. a) Alguns condutores envolvem-se em acidentes que são evitáveis.
b) Estudos, que são recentes, mostram que o Kit “mãos livres” diminui a atenção na condução.
3. a-4 b-2 c-1 d-3
4. Imigrante
4.1. Composição morfossintática
5. Mares, rios, lagos, montes, planícies, planaltos, vales.
6. a) Astro;
b)Líquido.
Parte III
B. Um estudo científico recente revela que a conversação por telemóvel durante a condução é perigosa, porque reduz a capacidade de reação do condutor. A comparação de condutores em conversa com um passageiro e ao telemóvel em alta-voz revelou que a última situação é de elevado risco, equivalendo a uma condução feita por um condutor embriagado.
Correção do 3º Teste de Avaliaçao
Parte I
Texto A
b) A primeira frase da crónica ilustra bem a subjetividade que caracteriza a crónica, sendo exemplo também o discurso na primeira pessoa. A crítica perpassa toda a crónica, como por exemplo em “ Até a casa do ex-rei de Itália é um hotel!”; “mas, olhamos e não estamos em Cascais”.
c) A confirmar a afirmação da sua efemeridade esta o facto de a crónica ter sido publicada num jornal. Existem crónicas literárias que não tem como objetivo divulgar informação, mas refletir sobre acontecimentos dando conta da subjetividade do sujeito de enunciação e da sua forma de ver o mundo. Esta crónica embora não seja literária, aproxima-se da definição anterior pela descrição que autora faz da sua vida em Cascais, das impressões que regista quando la regressa.
d) A linguagem é simples, mas muito expressiva particularmente nas passagens em que traduz grande emotividade, como é o caso do quarto parágrafo. A linguagem é informal, aproximando-se do literário pelo recurso a efeitos estéticos como sejam a comparação, a enumeração, a exclamação.
2. Todo o primeiro parágrafo conte elementos biográficos. Outros elementos são, por exemplo a referencia ao fim de um relacionamento.
3. Nesta crónica, apesar do movimento que a caracteriza, existem momentos descritivos, como por exemplo, “ A vila era luminosa, passeava-se pelas ruas, havia espaço para as pessoas:”
4. a expressão da conta de uma alteração dolorosa na sua vida - morte ou separação-, no entanto a expressão suaviza o acontecimento por meio de um eufemismo.
5. A autora recorre àquele verso para expressar a ideia de que o que uns consideram “ uma terra bonita”, cheia de melhoramentos poderá ser uma desilusão para outros por a acharem descaracterizada.
6. Lugares
6.1. Domínio frásico/interfrásico, mecanismo: conectores, pontuação. Domínio referencial, mecanismo: elipse.
7.1. Exemplo de referência deíctica pessoal: “ E eu que me gabo de ser racional...”. Elementos que identificam o sujeito da enunciação. Referencia deíctica temporal “ Até ontem”. Coordenada temporal tendo por referência o momento da enunciação.
Texto B
1. Emissor Anne Frank; recetor: Kitty, destinatário fictício, porque o diário é um texto de carater intimista destinado a ser lido unicamente pelo sujeito da enunciação.
2. A razão da “excitação” e impaciência prende-se com a possibilidade de a Turquia ter entrado na guerra contra a Alemanha nazi.
3.1. Expressões do texto que auxiliam á contextualização histórico política: “ Afinal a Turquia ainda não entrou na guerra”, “ O “Fuher” de todos os germânicos falou...”.
3.2. O meio de Comunicação fundamental durante a 2º guerra mundial era o rádio.
3.3. A metáfora utilizada na expressão “ teatro de marionetas” sugere a manipulação das notícias transmitidas durante a guerra.
Parte II
1. a) As aldeias das quais os sul-americanos foram expulsos ficaram desertas.
b) O planeta inteiro que cada homem traz consigo é desigual.
c) O europeu acorda todas as manhas ao som do seu rádio que é japonês.
1.1. a) e b) orações subordinadas adjetivas restritivas. C) e d) orações subordinadas adjetivas explicativas.
c)A floresta tropical de chuva, que é um ecossistema riquíssimo, é definida pelos ecologistas.
d) O teixo, que anteriormente se pensava não ter utilidade, é precioso.
2. Cela (espaço) /sela (assento); houve (existir) / ouve (verbo ouvir); Apreçar (saber preço) / apressar (acelerar); cheque (forma de pagamento) / xeque (lance de jogo de xadrez); Concerto (espetáculo) / conserto (arranjo); cinto (acessório vestuário) / sinto (verbo sentir).
Parte III
Naquela manhã acordei com o som do meu despertador e fui logo ter com a minha amiga Gabriela para o aeroporto onde viajamos de Portugal para o Iraque.
Quando eu e a Gabriela chegamos fomos logo conhecer as redondezas e como eramos curiosas avistamos um barracão e fomos tentar descobrir o que havia lá dentro, quando nos aproximamos do barracão e entramos vimos que lá não havia nada de estranho e viemos embora e fomos para o quarto onde íamos ficar. Mais tarde andávamos a passear pela rua quando fomos surpreendidas por uns homens que saíram duma carrinha e nos levaram para o barracão onde tínhamos estado, quando chegamos colocaram-nos numa cela, passados alguns minutos vieram buscar a Gabriela e levaram-na para uma sala e só passadas algumas horas é que voltaram com a Gabriela, só que ela já não estava viva, ela estava toda desfigurada, pois, tiraram-lhe os olhos e os órgãos.
Eu tive sorte, pois consegui fugir, mas agora sempre que me lembro da Gabriela tenho na memória um corpo todo desfigurado.
Correção 4º Teste de Avaliação
Parte I
Texto 1
1.2. A primeira descreve a forma como o girassol acompanha a trajetória do Sol acima da linha do horizonte e a forma como esta flor é influenciada pela sua luz.
1.3.1. O interlocutor é a mulher amada, à qual se dirige através da apóstrofe “Meu Sol”.
1.3.2. Através da metáfora, o sujeito poético identifica-se com um girassol e á forma como este depende do Sol, tal como ele vive inteiramente na dependência do objeto do seu amor.
1.4.1. O recurso ai presente é a hipérbole.
1.4.2. Através deste recurso, o sujeito poético hiperboliza a mulher amada, exagerando as suas qualidades e conferindo-lhe até o poder de “criar”.
1.5. Ao longo deste soneto, o sujeito poético identifica-se com o girassol “Uma miserável erva” e identifica a mulher amada com o Sol. Tal como o Sol faz florescer o girassol, também a amada do sujeito lírico alegra a sua “alma”. De igual modo, assim como o girassol “emurchece e se descora” quando o sol se põe, também o sujeito, na ausência da mulher amada “se emurchece e se consome em grão tormento”.
2. O poema é um soneto, logo constituído por duas quadras e dois tercetos. Quanto à métrica, a medida do verso é o decassílabo. O esquema rimático é ABBA ABBA CDE DEC, isto é, a rima é emparelhada e interpolada nas quadras e cruzada e interpolada nos tercetos.
Texto 2
1.1. a) NP
b) V
c) F
d) V
Parte II
b) A obra de Camões proporciona-nos um encontro com a nossa história porque a sua poesia foi utilizada, ao longo dos tempos, como bandeira e como símbolo nacional.
c) A poesia de Camões é dinâmica e, do ponto de vista cultural e artístico, densa e rica, logo a leitura da sua obra é um instrumento para abrirmos o presente e o futuro.
2. a) Um verbo auxiliar aspetual + preposição “de” + verbo no infinitivo.
b) Um verbo auxiliar modal + preposição “de” + verbo no infinitivo.
c) Verbo copulativo
3.
Parte III
Não apresenta uma conclusão que confirme a tese defendida, acrescenta-lhe um novo elemento – nada muda como era costume, a própria mudança já não ocorre como antigamente. Apesar de fechar o soneto e não ser explorada, esta ideia reforça a tese inicial de que tudo muda, até a própria mudança.
Frase com verbo transitivo direto: Na poesia de Camões encontramos a paixão individual e coletiva.
Frase com verbo transitivo indireto: Camões oferece uma poesia para abrir o nosso presente e o nosso futuro.
Frase com verbo transitivo direto e indireto: A poesia camoniana dá-nos a possibilidade de compreendermos o nosso mundo em mudança.
Frase com verbo transitivo predicativo Todos o consideram um grande poeta.
Correção do 5º Teste de Avaliação
Parte I
Inquietação/cuidado”; “noites de insónia… como um louco”.
1.2.1. A ironia consiste na existência de uma diferença entre o que se diz e aquilo que se
pensa. Ao advertir que não existe ironia na sua gratidão, o sujeito poético quer dizer que,
apesar do seu sofrimento passado, está em dívida para com quem o magoou, sendo a sua
gratidão sincera.
1.3. Exibia o comportamento típico de alguém apaixonado, vivia e sofria pela pessoa que
amava: “Inquietação, cuidado” (verso 2); “Noites de insónia, pelas ruas, como um louco”
(verso 4).
1.4. Antítese.
1.4.1. A utilização da antítese serve para reforçar a ideia de que o sofrimento provocado pela
pessoa amada afinal fez-lhe bem, contribuiu para que se tornasse “Mais forte, mais
sereno, e livre, e descuidado” (verso 11), apesar de não voltar a ser quem era (versos 7
e 8). Do sofrimento passado retirou uma lição de vida.
1.5. Utilização da segunda pessoa do singular; fórmula de agradecimento “Obrigado,
obrigado!”; vocativo “amor”.
1.6. Funcionam como um momento de reflexão, desabafo nos quais o sujeito poético expõe os
sentimentos.
2. Poema constituído por três estrofes: uma quintilha e duas quadras.
Rima: primeiro verso do poema é branco ou solto; restante rima interpolada e
emparelhada, segundo o esquema rimático: BCCB/DEED/FGGF.
Quanto ao número de sílabas métricas não existe um número fixo.
Parte II
- Especificidades do texto poético (plurissignificação; ambiguidades, expressividade)
- Aproximação à vida (o poeta como alguém que observa e reflete poeticamente sobre a
vida e expõe sentimentos, angústias, preocupações, reivindicações, aspirações, vivências)
- Forma do texto poético adequa-se a esta intenção reflexiva e emotiva: rima, ritmo, a conotação, a riqueza linguística e vocabular, jogos de palavras, pontuação; recursos estilisticos, harmonia musical
Nenhum comentário:
Postar um comentário